domingo, 8 de maio de 2016

MAIS 3 ASSASSINATOS PRATICADOS POR TERRORISTAS COMUNISTAS (15, 16 e 17). UM DELES, O DE UM PAI, NA FRENTE DA ESPOSA E DOS FILHOS! Vejam a crueldade desta gente!

15 - 07/09/68 - Eduardo Custódio de Souza - Soldado PM – SP
Morto, com sete tiros, por terroristas de uma organização não identificada quando de sentinela no DEOPS, em São Paulo.

16 - 20/09/68 - Antônio Carlos Jeffery - Soldado PM – SP

Morto a tiros quando de sentinela no quartel da então Força Pública de São Paulo (atual PM) no Barro Branco. Organização terrorista que praticou o assassinato: Vanguarda Popular Revolucionária. Assassinos: Pedro Lobo de Oliveira; Onofre Pinto; Diógenes José Carvalho de Oliveira, atualmente conhecido como o Diógenes do PT, ex-auxiliar de Olívio Dutra no Governo do RS.

17 - 12/10/68 - Charles Rodney Chandler - Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP

Herói na guerra com o Vietnã, veio ao Brasil para fazer o Curso de Sociologia e Política, na Fundação Álvares Penteado, em São Paulo/SP. No início de outubro de 68, um "Tribunal Revolucionário", composto pelos dirigentes da VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari), João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) e Ladislas Dowbor (Jamil), condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da CIA". Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). O capitão Chandler quando retirava seu carro da garagem para seguir para a Faculdade, foi assassinado, friamente, com 14 tiros de metralhadora e vários tiros de revólver, na frente da sua esposa Joan e de seus 3 filhos. O grupo de execução era constituído pelos terroristas Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio), Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro) e Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito).



Por que mataram meu pai?
Escrito por jo.ustra
23 Maio 2013

Entrevista com o filho do Capitão Charles Rodney Chandler

Morando na Flórida, pai de três filhos, bancário, Todd Chandler concedeu entrevista a ZH sobre o assassinato do Capitão do Exército americano  Charles Chandler, em São Paulo, há 37 anos:

Zero Hora - O que o senhor lembra do crime?
Todd Chandler - Lembro os sons dos tiros e de correr para fora de casa para testemunhar os últimos momentos. Eles atiraram no meu pai quando ele estava dando marcha a ré no carro.
ZH - Como sua família enfrentou a tragédia? 
Todd - Voltamos para os Estados Unidos em um avião militar, com o corpo. Minha mãe ficou profundamente afetada. Isso ainda assombra ela.
ZH - Como o senhor superou a morte do pai?
Todd - Nunca superei. Na medida em que cresci e soube de mais detalhes do evento e sobre os participantes  dele, fiquei com muita raiva. Se acontecesse hoje, as consequências seriam drasticamente diferentes.
ZH - Como é a imagem de Chandler no seu país?
Todd - O mais surpreendente é que, fora da família, ninguém parece lembrar do meu pai. Se o fato acontecesse hoje, certamente seria um acontecimento internacional.
ZH - Como o senhor cultiva a memória de seu pai?
Todd - Vejo ele todos os dias. As pessoas falam que pareço com ele. Então, quando me olho no espelho, tento imaginar como seria se ele estivesse vivo e bem na minha idade.
ZH - Como era o seu pai, a carreira militar dele?
Todd - Meu pai nasceu e foi criado numa cidade muito pequena da Louisiana. Sua família ainda vive nessa área. Eles eram considerados relativamente pobres, e a família tirava seu sustento da agricultura. Quando ele foi aceito em West Point, foi uma honra tremenda para a família e para toda a cidade. Ele fez carreira nas forças armadas e serviu em diferentes países. Acho que chegamos ao Brasil em 1966 ou 1967.
ZH - Qual era a missão do seu pai no Brasil?
Todd - Não havia missão alguma. Pensem nisso: os EUA jamais mandariam a família civil com um oficial que estivesse em qualquer tipo de missão. Meu pai era um estudante. Não tenho a mínima ideia de por que ele foi o alvo.
ZH - Como o senhor se sente ?
Todd - Sei que as coisas eram diferentes naquela época, mas adoraria ter a chance de perguntar: "por quê"? Não entendo por que eles tinham de levar meu pai e deixar a minha família destruída. Todos os dias algo me lembra que um homem foi morto sem razão e que, em sua maioria, os assassinos ficaram impunes. Charles Rodney Chandler"


No início de outubro/68, um "Tribunal Revolucionário" condenou o capitão Chandler à morte, porque ele "seria um agente da CIA". O "tribunal vermelho"  era composto pelos dirigentes da VPR  - Vanguarda Popular Revolucionária:
Pedro Lobo de Oliveira 
Onofre Pinto (Augusto, Ribeiro, Ari)
João Carlos Kfouri Quartin de Morais (Manéco) 
Ladislas Dowbor (Jamil)



Os levantamentos da rotina de vida do capitão foram realizados por Dulce de Souza Maia (Judite). O grupo de execução era constituído pelos terroristas:
Pedro Lobo de Oliveira (Getúlio);
Diógenes José de Carvalho Oliveira (Luis, Leonardo, Pedro);
Marco Antônio Bráz de Carvalho (Marquito)

Abaixo, o depoimento de Pedro Lobo de Oliveira, assumindo e detalhando o crime, transcrito do livro A Esquerda Armada no Brasil, de Antônio Caso /Prêmio Testemunho 1973 da Casa de Las Américas/ Cuba-  Moraes Editora - ed.1976 - Lisboa/ Portugal).

“Chandler cruzou o portão e ganhou a calçada, ainda em marcha atrás. Antes que a carrinha (sic) alcançasse a rua, coloquei o Volks de tal modo que bloqueava a passagem do veículo de Chandler pela sua parte traseira, impedindo-o de continuar a marcha. Nesse instante um dos meus companheiros saltou do Volks, revólver na mão, e disparou contra Chandler.
Quando soaram os primeiros disparos, Chandler deixou-se cair rapidamente para o lado esquerdo do banco. Evidentemente estava ferido. Mas eu, que estava extremamente atento a todos os seus movimentos, percebi que ele não tombara somente em consequência das feridas. Foi um ato instintivo de defesa, porquanto se moveu com muita rapidez.
Quando o primeiro companheiro deixou de disparar, o outro se aproximou com a metralhadora INA e
deferiu-lhe uma rajada. Foram 14 tiros. A 15ª bala não deflagrou e o mecanismo automático da metralhadora deixou de funcionar. Não havia necessidade de continuar disparando -  Chandler já estava morto...”
“... Quando recebeu a rajada de metralhadora emitiu uma espécie de ronco, um estertor, e então demo-nos conta de que estava morto. Nesse momento eu lançava à rua os impressos que esclareciam ao povo brasileiro das nossas razões para eliminar Charles Chandler...” Os folhetos concluíam com as seguintes consignas:
“O DEVER DE TODO O REVOLUCIONÁRIO É FAZER A REVOLUÇÃO! CRIAR DOIS, TRÊS, MUITOS VIETNAMES...”
“Consideramos desnecessária cobertura armada para aquela ação. Tratava-se de uma ação simples. Três combatentes revolucionários decididos são suficientes para realizar uma ação de justiçamento nessas condições. Considerado o nível em que se encontrava a repressão, naquela altura, entendemos que não era necessária a cobertura armada.”

Era essa a forma usada pelos criminosos da esquerda revolucionária para desestabilizar o regime militar e tomarem o poder, implantando uma ditadura do proletariado. Assassinar com crueldade era o dia-a-dia desses sanguinários combatentes do marxismo-leninismo.

Todos esses criminosos foram indenizados com vultosas quantias e são considerados como "heróis que lutavam pela democracia". Na história oficial , que a Comissão da Verdade apresenta à sociedade, os crimes praticados por esses e outros terroristas serão varridos para baixo dos tapetes vermelhos dos órgãos do governo.  "O Direito à Memória e a verdade", prometido à sociedade,  será apresentar  os agentes do Estado, que lutaram  para que eles não implantassem uma ditadura comunista, como torturadores e assassinos desses "heróís".

HOJE:
Diógenes José de Carvalho Oliveira, também conhecido como Diógenes do PT, na década de 90 ingressou nos quadros do PT/RS, sempre assessorando seus líderes mais influentes. Diógenes foi o Presidente do Clube de Seguros da Cidadania de Porto Alegre, órgão encarregado de coletar fundos para o PT.

João Carlos Kfouri Quartin de Morais é, atualmente Professor Titular de Filosofia e Ciências da UNICAMP e,

Ladislas Dowbor Professor Titular de Economia da PUC/SP e trabalha no Instituto de Economia da UNICAMP. Saiba mais em Recordando a História/Justiçamentos

Fontes:
- GORENDER, Jacob. Combate nas Trevas - Editora Ática.
- Projeto Orvil.
- CASO, Antônio. A Esquerda Armada no Brasil - 1967/1971 - Moraes Editores.

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